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Hipomelanose macular progressiva

 

Propionibacterium acnes e a patogênese da hipomelanose macular progressiva

Descrita em 1988, a hipomelanose macular progressiva se caracteriza pelo surgimento de manchas brancas na pele das costas, abdome e região lombar. Atinge mais a mulher. Ocorre sobretudo nos países em que a população tem a pele mais pigmentada. Não é grave, mas causa muito sofrimento aos portadores, pois é comum se confundir a hipomelanose com moléstias como a hanseníase.

 

 

 

A hipomelanose macular progressiva é uma hipopigmentação comum principalmente nas partes centrais do tronco, predominante em adultos jovens, especialmente mulheres. É freqüentemente confundida com pitiríase versicolor e pitiríase alba. Ocorre em todas as raças e tem sido descrita em muitas partes do mundo. Pesquisadores holandeses descobriram fluorescência vermelha folicular restrita a lesão da pele, suspeitando que existe uma relação com uma bactéria produtora de porfirina residente no sebo do ducto pilosebáceo. Por essa razão, realizaram um estudo em 8 pacientes,  publicado na revista Archives of Dermatology 2004.

Em todas as biópsias tiradas da lesão da pele das 8 mulheres, foi demonstrada a presença de bactéria gram-positiva no ducto pilosebáceo e de um infiltrado linfocítico perifolicular moderado. Em todas as pacientes, exceto uma, Propionibacterium acnes cresceu nas amostras de cultura da biópsia tirada da lesão folicular da pele. A pele folicular saudável não apresentou a bactéria nos cortes histológicos e não cresceram bactérias anaeróbicas nas culturas.

Os autores concluíram que parece haver uma relação entre a presença de Propionibacterium acnes e as máculas hipopigmentadas e propuseram que um fator é produzido por estas linhagens de P. acnes, o qual interfere na melanogênese. Eles afirmaram que estão empreendidos em uma experimentação clínica para descobrir um tratamento para esta doença problemática intratável.

Dr. Paulo Lu Tai Zon indica a importância de consultar com dermatologista
Pitiríase versicolor (micose de praia ou pano branco)

http://pelerenovada.com.br/imagens/hipomelanose/1.jpg
 

 

 

Propionibacterium acnes and the Pathogenesis of Progressive Macular Hypomelanosis - Archives of Dermatology 2004; 140: 210-214.

Propionibacterium acnes and the Pathogenesis of Progressive Macular Hypomelanosis

Wiete Westerhof, MD, PhD; Germaine N. Relyveld, MD; Melanie M. Kingswijk; Peter de Man, MD, PhD; Henk E. Menke, MD, PhD

Arch Dermatol. 2004;140:210-214.

Background Progressive macular hypomelanosis is a common hypopigmentation mainly on the central parts of the trunk, predominantly in young adults, especially women. It is often mistaken for pityriasis versicolor and pityriasis alba. It occurs in all races and has been described in many parts of the world. We discovered follicular red fluorescence restricted to lesional skin. We suspected a relation with a porphyrin-producing bacteria residing in sebum of the pilosebaceous duct, and we therefore performed a study in 8 patients.

Observation In all biopsy specimens taken from lesional skin of 8 women, we could demonstrate gram-positive bacteria in the pilosebaceous duct, and a mild perifollicular lymphocytic infiltrate was seen. In all but 1 patient, Propionibacterium acnes was yielded from cultured biopsy specimens taken from follicular lesional skin. Healthy follicular skin did not show bacteria in histological sections, and cultures did not yield anaerobic bacteria.

Conclusions There seems to be a relation between the presence of P acnes and the hypopigmented macules. We propose that a factor is produced by these strains of P acnes, which interfere with melanogenesis. Based on these observations, we are undertaking a clinical trial to find a treatment for this troubling, intractable disease.


From the Netherlands Institute for Pigment Disorders (Drs Westerhof, Relyveld, and Menke and Ms Kingswijk), and the Department of Dermatology, Academic Medical Center, University of Amsterdam (Dr Westerhof), Amsterdam, the Netherlands; and the Departments of Bacteriology (Dr de Man) and Dermatology (Dr Menke), Sint Franciscus Gasthuis, Rotterdam, the Netherlands. The authors have no relevant financial interest in this article.

 

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