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Como não perder o band-aid do dedo

Veja como os japoneses fazem para colocar um Band Aid no dedo
(Sem legenda mas dá para entender)





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Dietas da proteína em xeque

Dietas da proteína em xeque

MARIANA VERSOLATO EDITORA-ASSISTENTE DE "CIÊNCIA+SAÚDE" MONIQUE OLIVEIRA DE SÃO PAULO
Fonte Folha SP 11/03/14

 

Estudo mostra que consumo elevado de proteínas de origem animal aumenta risco de morte por câncer e diabetes
 

Um novo estudo acendeu um sinal de alerta contra o alto consumo de proteínas --e, de quebra, contra as dietas que recomendam esse tipo de alimentação, como Dukan, Paleolítica e Atkins.

A pesquisa, publicada na revista científica "Cell Metabolism", analisou dados da alimentação diária de mais de 6.000 americanos com mais de 50 anos, acompanhados durante 18 anos.

A conclusão: para as pessoas entre 50 e 65 anos, o consumo alto de proteínas de origem animal (correspondentes a 20% ou mais das calorias diárias, ou cerca de 400 g de carne para um adulto que consome 2.000 calorias por dia) quadruplica o risco de morte por câncer em comparação com o consumo baixo de proteínas (menos de 10% das calorias diárias).

O ideal, segundo especialistas, é entre 10% e 12%.

O consumo alto e moderado de proteínas também aumentou o risco de complicações e mortes por diabetes.

A associação entre o excesso de proteínas e o risco maior de morte só foi observada com o consumo de proteínas de origem animal --analisando apenas o consumo de proteínas de origem vegetal, não houve risco maior de morte.

Curiosamente, entre os que tinham mais de 66 anos, o consumo maior de proteínas foi protetor em relação a mortes por causas variadas, incluindo o câncer porque ajuda a prevenir a perda de peso decorrente da velhice.

Atletas ou pessoas que precisam recuperar peso, como pacientes oncológicos, também podem se beneficiar de uma dose extra de proteína.

O quadro é diferente para quem usa o excesso de proteínas para emagrecer. Dietas que pregam um consumo alto de proteínas são repaginadas e entram na moda desde os anos 1970, quando o americano Roberto Atkins fez sucesso em todo o mundo recomendando um alto consumo de proteínas e gorduras.

Essas dietas indicam quantidade de proteínas similar à consumida pelo grupo de maior risco do estudo --20% ou mais das calorias diárias.

O endocrinologista Bruno Geloneze, da Unicamp, afirma que, apesar de as dietas serem feitas por um período mais curto do que o do estudo, é plausível pensar que seu efeito também seja deletério a longo prazo. "Esse radicalismo tende a começar cedo e a se repetir pela vida."

A dieta da vez é a do médico francês Pierre Dukan. O programa on-line da dieta já foi procurado por 1,8 milhão de brasileiros desde 2012.

Segundo a Fundação Internacional de Informação para Alimentos, 50% dos consumidores estão interessados em adicionar mais proteína em suas dietas e 37% acreditam que o composto emagrece.

A explicação do sucesso desse tipo de dieta é simples: o consumo de proteínas traz saciedade e a perda de peso ocorre no curto prazo por conta da restrição calórica.

"Mas não há evidências de emagrecimento a longo prazo", diz Ricardo Cohen, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica.

Outras pesquisas já mostraram a relação entre a carne de origem animal, principalmente a processada, e o câncer. A literatura médica registra que o consumo elevado de carne processada pode elevar em 35% a incidência de câncer de intestino.

A explicação é que a maior quantidade de proteínas aumenta o nível de fator de crescimento semelhante a insulina, que reflete a ação do hormônio de crescimento, ligado a alguns tipos de câncer.

Especialistas dizem que a dieta hiperproteica pode até deflagrar um processo inflamatório que levaria ao aumento de peso mais tarde.

Esse ganho de peso se dá porque a proteína, quando é transformada em glicose no fígado, sobrecarrega o órgão, desestabiliza hormônios e todo o processo de absorção dos alimentos.

Ricardo Cohen lembra que a dieta balanceada ainda é a melhor alternativa, mesmo entre obesos. "Sempre que há excesso de algum nutriente em detrimento de outro, o corpo reage negativamente", diz o nutrólogo Celso Cukier.

Hugh Jackman, o Wolverine de 'X-Men', diz que tem câncer de pele

 

Hugh Jackman, o Wolverine de 'X-Men', diz que tem câncer de pele

Ator australiano postou em rede social foto com curativo no nariz.
'Não sejam tolos como eu. Façam exames. E usem protetor', escreveu.

O ator Hugh Jackman mostra curativo no nariz; no Instagram, ele revelou que tem câncer de pele (Foto: Reprodução/Instagram/Hugh Jackman)
O ator Hugh Jackman mostra curativo no nariz; no Instagram, ele revelou que tem câncer de pele (Foto: Reprodução/Instagram/Hugh Jackman)

O ator australiano Hugh Jackman, conhecido por interpretar no cinema o personagem Wolverine, revelou nesta quinta-feira (21) que está em tratamento por causa de um carcinoma basocelular, câncer de pele muito comum em pessoas de pele clara. O intérprete de Wolverine postou no Instagram uma foto em que aparece com um curativo no nariz.

"Deb [sua esposa] disse que tinha de ver essa marca no meu nariz. Rapaz, ela estava certa! Tenho um carcinoma basocelular. Por favor, não sejam tão tolos como eu. Façam exames. E USEM protetor solar!!!', escreveu ele na legenda da imagem.

Hugh Jackman recebeu recentemente algumas das melhores críticas de sua carreira por seu papel em "Os suspeitos" (2013). Dirigido pelo canadense Denis Villeneuve, o ator é tido por alguns como forte candidato ao Oscar.

Nascido em Sydney há 45 anos, Hugh Jackman conquistou a fama graças ao papel de Wolverine, em "X-Men: O filme" (2000), de Bryan Singer. Tamanho foi o sucesso que o personagem acabou tendo uma sequência própria.

O ator é casado desde 1996 com Deborah-Lee Furness, com quem tem dois filhos. Além de herói de filmes de ação, em 2008 Jackman foi eleito como "o homem mais sexy do mundo" pela revista "People".

Sua primeira indicação ao Globo de Ouro foi por "Kate & Leopold" (2001), mas ele só acabou vencendo com "Os miseráveis", em que usa de suas habilidades vocais, as mesmas utilizadas nos palcos da Broadway em musicais como "The Boy from Oz".

Bijuteria importada com altíssima concentração de metal tóxico cádmio , não seria aceito no exterior mas no Brasil ...

Laudo alerta para alta concentração de substância tóxica em bijuterias
Fonte G1

Receita Federal será obrigada a permitir a entrada no país de 16 toneladas de bijuterias chinesas, com grande concentração de cádmio.

 
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  Você compraria uma bijuteria sabendo que ela contém um metal extremamente tóxico, que pode fazer mal à saúde? Você usaria tranquilamente esse produto? Pois chegou ao Rio de Janeiro um carregamento com toneladas dessas bijuterias vindas da China. Produtos que seriam proibidos nos Estados unidos e na Europa. Mas, no Brasil, não existe lei sobre o assunto.

O convite parece irrecusável.  Na porta da loja, bijuterias em promoção, anéis por menos de um real.

“A gente é mulher. A gente gosta de andar arrumadinha”, diz uma cliente.

Tem para todos os gostos. Centenas de modelos, basta provar e levar.

Sebastião revende as bijuterias no interior do estado do Rio.

“A mulherada quer andar cordãozinho, anel, brinco, quer andar bonita. Então a gente aproveita”, conta o comerciante.

Um passeio pelo comércio popular das grandes cidades brasileiras mostra a fascinação que as bijuterias provocam. As mulheres são atraídas pelo brilho e pelo preço das peças. Uma grande quantidade de brincos, colares e pulseiras vem da China. Segundo a Receita Federal, nos últimos cinco anos, o Brasil importou 29 mil toneladas de bijuterias chinesas.

De um comércio popular no Centro do Rio, voamos até o porto da cidade. Diante de tanto metal, tão barato, entrando no país, o sistema de risco aduaneiro da Receita Federal interceptou dois contêineres que chegaram da China com 16 toneladas de bijuterias. A suspeita era de fraude fiscal. Os importadores, que não tiveram os nomes divulgados, teriam declarado um valor abaixo do que as peças realmente valeriam.

“Solicitamos então um laudo de um perito para que nos fornecesse a composição dessas bijuterias para que dessa forma pudéssemos chegar ao preço praticado nessas bijuterias”, explico o inspetor-geral da Receita, Ricardo Lomba.

O processo fiscal não terminou ainda, mas os peritos da Receita já descobriram outros probelas. E o que está em risco é a saúde da população.

Cádmio é o nome de um metal muito tóxico que está a nossa volta. Liberado na queima de combustíveis, pode acabar sendo inalado por nós. Descartado no meio ambiente, pode acabar sendo ingerido em alimentos contaminados. Nos casos mais graves de acúmulo de cádmio no organismo, a pessoa pode desenvolver até câncer.

“Na linguagem popular, eu diria que é um veneno”, afirma uma toxicologista.

Uma amostragem de 24 bijuterias do carregamento apreendido foi analisada. Quatorze delas têm a presença de cádmio em níveis que assustaram os peritos.

As quantidades encontradas variam de 32% a 39% da liga metálica em anéis, colares e pulseiras. Para você ter uma ideia do risco, em 2010, os Estados Unidos retiraram do mercado milhares de bijuterias chinesas que continham o metal tóxico. O governo e a indústria americanos chegaram a um acordo e estabeleceram o limite de apenas 0,03% de cádmio em bijuterias.

Na União Europeia, a regra é ainda mais dura. Desde 2011, está proibida concentração superior a 0,01%.

No Brasil, a porcentagem de cádmio encontrada nas peças ainda retidas no porto do Rio é quase 4 mil vezes maior do que seria permitido na Europa. No laudo, os peritos "alertam para o risco da presença deste metal pesado para a saúde humana". A especialista confirma que o cádmio também pode ser absorvido pela pele.

“Existe absorção dérmica, absorção através da pele e, uma vez que essa substância é absorvida, penetra no nosso organismo e exerce seus efeitos tóxicos. O cádmio se acumula no rim, por isso que o rim é o órgão mais afetado. E a quantidade que é eliminada é cem vezes menor que a quantidade que é absorvida”, explica o toxicologista Nancy Barbi.

“Você tem, por exemplo, na região da orelha, uma dobrinha que sua mais, um contato em geral do brinco mais apertado. Então é uma área que ocorre maior absorção da substância”, afirma a dermatologista Denise Steiner.
A presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia adverte para o risco de contaminação das crianças. “Hoje a gente vê crianças utilizando bijuterias. Se a criança começar a mastigar aquilo ou deixar na boca um tempo maior, você aumenta um pouco o risco de penetração”, aponta.

A conclusão do laudo surpreendeu o inspetor chefe da Receita Federal no porto do Rio. “Diante dessa informação, nós procuramos os órgãos competentes que têm conhecimento sobre o assunto para que se manifestassem a respeito disso”, garantiu.

Ele consultou o Instituto Nacional do Meio Ambiente (Ibama) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para saber o que fazer com a mercadoria tóxica.

Ofício assinado pela superintendente do Ibama informou que o cádmio não consta na lista de produtos que precisam de licença de importação. O controle, segundo o Ibama, seria competência da Anvisa.

E a Anvisa respondeu à Receita que bijuterias, joias e assemelhados não estão sujeitos à vigilância sanitária.

Com as respostas do Ibama e da Anvisa, a Receita Federal será obrigada a permitir a entrada no país dessas 16 toneladas de carga perigosa. À Receita Federal cabe apenas cobrar o imposto devido sobre o valor da mercadoria. Isso porque, no Brasil, não existe norma ou regulamentação que impeça a importação de bijuterias com altíssimas concentrações de cádmio.

“É muito importante que haja essa regulamentação, porque questão de bijuterias, que é algo relacionado com o dia a dia das pessoas, é importante que, quando ela receba e use isso, ela tenha segurança”, sugere a dermatologista.

Mas o presidente da Anvisa não vê necessidade, por enquanto, de regulamentar o assunto. “O que nós temos que fazer é vigilância, como nós estamos fazendo. Na medida em que identifica problemas, a gente vem e trata o problema. Se nós identificarmos que há necessidade de estabelecer limites, isso é possível que seja feito, como já foi feito em outro tipo de material que também chega em quantidade no país”, considera Dirceu Barbano.

Segundo a Receita, se forem mesmo liberadas as bijuterias, serão vendidas na Rua 25 de março, em São Paulo, de onde compradores do Brasil inteiro levam produtos para revender em suas cidades.

Por aqui, passou boa parte das 29 mil toneladas de bijuterias que entraram no país em cinco anos. Não há fiscalização, por isso as autoridades não têm como dizer se ao menos parte delas poderia ter sido fabricada com cádmio.

No Rio, nossa equipe também encontrou à venda peças idênticas às que foram analisadas pela Receita. Apesar dos riscos à saúde apontados pelo laudo da Receita Federal e pelos especialistas ouvidos pelo Fantástico, a Anvisa não vê motivo para alarme.

“A gente afirma: o fato ligado exclusivamente a essa bijuteria não é um problema. O problema é o quanto a presença do cádmio nessa bijuteria agrega na quantidade de cádmio a que as pessoas estão expostas diariamente acumulando ao longo do tempo”, garante.

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Dr. Paulo Lu Tai Zon - Médico Dermatologista - CRM 119.779 / RQE nº 39547
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